São três chapas inscritas no total e os respectivos nomes inscritos foram:
Vale lembrar que a eleição acontecerá dia 12 e 13 de Maio nos campus Trujillo e Cidade Universitária respectivamente.
Essa semana foram abertas as inscrições de chapas para o processo eleitoral 2010 do D.C.E. Capucho
Por causa do feriado na Quarta feira, as inscrições vão retomar na Quinta e Sexta dia 22 e 23.
A inscrição deverá ser feita por formulário-padrão a ser retirado na sede do D.C.E. Capucho, localizado na rua Major João Elias, 419, Vila Carvalho, e o horário para a retirada e entrega do formulário será das 15h às 21h na Quinta e na Sexta feira.
Lembrando que terminada as inscrições será aberto o período de campanha que culminará na eleição nos dias 12 e 13 de Maio.
Comissão Eleitoral
OBS. Por problemas técnicos essa postagem só foi possível atrasada, portanto pedimos desculpas
Link para a Notícia no sita da Uniso - http://www.uniso.br/noticias/NotCompleta.aspx?noticia=1458
Ninguém nasce militante. Torna-se por força da participação e estudo, de dedicação e conhecimento. Não basta prática e nem basta teoria. Implica trabalho coletivo organizado que exige determinação e coragem, mas também camaradagem e solidariedade.
O conhecimento histórico é um instrumento poderoso na militância. Permite o conhecimento como um todo, a generalização de referências emanadas de práticas concretas. Conhecer os processos históricos é fundamental à militância.
Quando um estudante resolve partir pra luta, seja numa manifestação pelo passe-livre ou contra a reforma Universitária, ele já começa a avançar em sua consciência política.
Da mesma forma há uma grande preocupação que a militância atrapalhe os estudos. É impossível pressupor uma concorrência entre estudos e militância, pois ambos são de naturezas (e ocorrem em tempos) diferentes. Quando estamos na sala de aula, na biblioteca, enfim, estamos no tempo da reflexão, estamos aprendendo constantemente um certo tema predefinido. Quando estamos no centro acadêmico, nas assembléias, estamos no tempo da ação (ou da ação refletida, se quiser), estamos aprendendo fazendo. Ou seja, a “vida política” não apenas não concorre com a “vida acadêmica”, mas lhe é complementar, e, mais ainda, necessariamente complementar, dado que é impossível que a militância tome lugar de algo que lhe é de uma natureza diferente. Esta relação, é importante ressaltar, é anacrônica, ou seja, os estudos também não substituem a militância.
Um dos pontos que geram discussão é a de que o militante costuma ser visto apenas do lado dos que se dizem apenas estudantes: “centro acadêmico é coisa de desocupado, otário”, dizem, “vocês nunca vão mudar nada”. Mas essa argumentação implica num problema filosófico: o que é mudar alguma coisa? Será que no mundo em que vivemos (na universidade em que estudamos) já não é suficientemente “revolucionário” questionar a ordem vigente?, tarefa própria do centro acadêmico. O C.A. é, assim, uma ilha no meio do mar (bravo) da academia. Com toda a bagunça de pesquisa, de aula, de organização de eventos, etc, é só pelo centro acadêmico que podemos “vislumbrar” tudo isso. Assim, com todo o respeito possível, parece que seria negócio de otário não participar do centro acadêmico, ficar só na “lengalenga” da sala de aula. (O argumento vale da mesma forma para quem fica só na militância).
Contudo, é importante lembrar que essa separação entre “vida acadêmica” e “vida política” só pode ser feita conceitualmente, pois na universidade a política está na academia, e vice-versa. Para estender a universidade é necessário estudar a estrutura de poder dentro dela, e, para compreender a estrutura de poder é necessário compreender a universidade. O tempo reflexivo não se separa do tempo da ação. Daí mais um motivo para não deixar a o centro acadêmico: fazê-lo é matar metade da sua “vida acadêmica”, e justamente aquela mais importante, a que permite aplicar “de fato” o que se aprende na sala de aula para melhorar a sua vida.
Em relação ao episódio na região de Xinguara e Eldorado de Carajás, no sul do Pará, o MST esclarece que os trabalhadores rurais acampados foram vítimas da violência da segurança da Agropecuária Santa Bárbara. Os sem-terra não pretendiam fazer a ocupação da sede da fazenda nem fizeram reféns. Nenhum jornalista nem a advogada do grupo foram feitos reféns pelos acampados, que apenas fecharam a PA-150 em protestos pela liberação de três trabalhadores rurais detidos pelos seguranças. Os jornalistas permaneceram dentro da sede fazenda por vontade própria, como sustenta a Polícia Militar. Esclarecemos também que:
Por Osvaldo da Costa
Não se trata de cobertura dos fatos, se trata de um ataque à consciência dos telespectadores. Na noite de 19 de abril, o programa de variedades Fantástico, da Rede Globo, apresentou uma suposta reportagem sobre um conflito ocorrido numa fazenda do Pará, envolvendo "seguranças" (o termo procura revestir de legalidade a ação de jagunços) da fazenda do banqueiro Daniel Dantas e militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).
Só pude descobrir que se tratava de propriedade do banqueiro processado por inúmeros crimes e protegido por Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, após ter vasculhado algumas páginas na internet em busca de meu direito de escutar o outro lado da notícia, a versão dos fatos dos sem terra, pois na reportagem eles aparecem como invasores, baderneiros, seqüestradores da equipe de reportagem da Rede Globo, assassinos em potencial, e ao final, corpos de militantes aparecem baleados no chão, agonizantes, sangrando, sem nenhum socorro, e a reportagem não fornece nenhuma informação sobre o estado de saúde das vítimas.
Sem ter acesso às causas do conflito, e a nenhum dos dois lados envolvidos, o telespectador se vê impelido a acompanhar o julgamento que o narrador da reportagem e a câmera nos sugere. No caso, tendemos a concordar com a punição dada aos desordeiros: “que sangrem até morrer!”, ou “quem mandou brincar com fogo?!” podem ser algumas das bárbaras conclusões inevitáveis a que os telespectadores serão levados à chegar.
Nós, em nossas casas, consumidores do que a televisão aberta nos apresenta, não temos direito ao juízo crítico, porque o protocolo básico das regras do jornalismo não é mais cumprido. Nós somos atacados em nosso direito de receber informações e emitir julgamentos, nós somos saqueados por emissoras privadas que mobilizam nosso sentimento de medo, ódio e desprezo, para em seguida nos exigir sorrisos com a próxima reportagem.
Como um exercício de manutenção da capacidade de reflexão, precisamos nominar esse tipo de ataque fascista com os termos que ele exige. A ilusão de verdade deve ser desmontada, a suposta neutralidade deve ser desmascarada, caso a caso, na medida de nossas forças.
Seguem questionamentos à reportagem, com o intuito de expor o arbítrio de classe da Rede Globo, para que esse texto possa endossar a documentação que denuncia a irregularidade das emissoras privadas e protesta contra a manutenção de concessões públicas para empresas que não cumprem com as leis do setor.
1º) Por que a Globo protege Dantas? Por que a emissora não tornou evidente que as terras pleiteadas pelo MST para Reforma Agrária são de Daniel Dantas? Qual o grau de envolvimento da emissora nas manobras ilícitas do banqueiro?
2°) Por que o MST não foi escutado na reportagem? Quais os motivos do movimento para decidir ocupar aquela fazenda?
3°) As imagens contradizem os fatos. A câmera da equipe de reportagem aparece sempre posicionada atrás dos seguranças da fazenda, e nunca à frente dos sem terra.
E vejam informação da Agência Estado: “A polícia de Redenção informou a Puty [Cláudio Puty, chefe da Casa Civil do governo do Pará] não ter havido cárcere privado de jornalistas e funcionários da Agropecuária Santa Bárbara, pertencente ao grupo do banqueiro Daniel Dantas e que tem 13 fazendas invadidas e ocupadas pelo MST. Os jornalistas, porém, negam a versão da polícia e garantem que ficaram no meio do tiroteio entre o MST e seguranças da fazenda” (http://br.noticias.yahoo.com/s/19042009/25/manchetes-pm-desarmar-mst-segurancas-no.html). Quer dizer, nem mesmo os grandes jornais conservadores estão fazendo coro com a cobertura extremamente parcial da Rede Globo.
4°) Ocorreu um tiroteio mesmo? Só aparecem os jagunços da fazenda atirando, e com armas de calibre pesado. E a imagem dos feridos mostra os sem terra baleados e um jagunço de pé, com pano na cabeça, possivelmente contendo sangramento de ferimento não causado por arma de fogo, dado o estado de saúde do homem.
5º) Por que os feridos não são tratados com o mesmo direito à humanidade que as vítimas de classe média da violência urbana? Eles não têm nomes? O que aconteceu com eles? Algum morreu? Quem prestou socorro? Em que hospital estão? Por que essas informações básicas foram omitidas?
6°) Por que mostrar como um troféu a agonia de seres humanos sangrando no chão, sem nenhum socorro?
Um dos principais pontos abordados pelo grupo foi a maneira dissimulada com que o Pró-Reitor se portou na última reunião, negando-se a reconhecer os problemas denunciados pelos alunos e abandonando a sala. Discutiu-se também a importância do movimento e a publicidade que a ocupação da reitoria no último dia 31 havia tomado na imprensa e entre outros órgãos representativos dos estudantes, como a ANDES-SN (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior ) e a ENECOS (Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação).
Depois de uma semana sem respostas, a reitoria finalmente resolveu atender ao pedido do DCE, aceitando participar de uma reunião nesta terça-feira, 07 de abril, a partir das 18h30, para discutir a superlotação das salas de aula e a modulação dos cursos. A reunião que deverá ser realizada no mesmo local da anterior, contará com a presença de alunos e coordenadores dos cursos de História e das três habilitações de Comunicação Social (Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas), representantes do DCE e o Reitor Aldo Vannucchi.
Os interessados nos resultados desta reunião e também sobre o movimento estudantil na Universidade de Sorocaba (UNISO) estão convidados a comparecer a uma assembléia entre representantes do DCE e alunos na próxima quarta-feira, 8 de abril, a partir das 19h no pátio do Bloco A, do campus Cidade Universitária.
Leia MaisFundo é destinado a fincanciar a graduação
O Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) abriu o período de inscrição para novos alunos do Ensino Superior. As inscrições devem ser feitas até 17 de abril, na página http://www3.caixa.gov.br/fies.
Podem solicitar financiamento das mensalidades, estudantes matriculados em instituições privadas que tenham aderido ao processo até 2009.
Saiba mais:
O Fies é destinado a financiar a graduação no Ensino Superior de estudantes que não têm condições de arcar com os custos de sua formação e estejam regularmente matriculados em instituições não gratuitas, cadastradas no Programa e com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo MEC.